quinta-feira, 10 de julho de 2008

MARé



Azul. Contas cristalinas de um caminho sem fim...

É como nos sambas de outrora, Mano Décio pontiava a viola, Aniceto solta o verso. A sanfona era de Mestre Menezes e o cavaco do saldoso Ari... Caminho percorrido...

terça-feira, 8 de julho de 2008

Abrindo os trabalhos


Assim começa o movimento das idéias, a abertura dos novos espaços, da percepção de um outro tempo. O reencontro com o que nunca se tornou tão evidente.

Com tudo que o mundo oferece, reorganizo o que há de mais válido para o caminho. Visão.

Escute para entender!